Novamente, não se deixem iludir pelo título.
Domingo, o Faustão continua no ar e eu, de pijama. Não pus o pé na rua durante todo o fim de semana, o penúltimo destas férias. Amanhã é o primeiro dia dos sete que restam dela. O que me resta fazer é esperar que me assalte a vontade de sair de casa, que não o fez com muita freqüência desde o início do mês de julho.
Enquanto isso prossigo na minha árdua batalha contra o tempo. A missão não é fazê-lo mais lento, de modo que me permita realizar algo rapidamente, mas, muito pelo contrário, somente fazê-lo passar. O tédio me tira todas as forças. Além do frio... E da coletânea da somlivre de música sertaneja, que tá rolando há horas na maior altura no salão de festas do prédio vizinho. Ou essas pessoas são masoquistas radicais, ou sádicas cruéis. De vez em quando rola também um funk - até a versão funk do hino do Flamengo eles já tocaram.
Falando nisso, ontem o Botafogo venceu o Inter e, enfim, saiu da zona de rebaixamento. Aleluia, irmãos! A urucubaca acabou. Espero...
Ontem ainda, assisti ao filme marginal Bang Bang, de Andrea Tonacci. É uma pena que esse movimento brasileiro - o cinema marginal - seja tão pouco conhecido e comentado - tão menos que o cinema novo. Ele promoveu uma revolução estética e temática talvez até maior do que a que fizeram Glauber Rocha e sua patota. E é certamente muito mais agradável de se ver. Este Bang Bang é um filme que vale, e muito, a pena assitir. Se tiver como, faça-o!
Um firme aperto de mão e até amanhã! Ou depois de amanhã...
Glauber Rocha me lembra uma professora deverasmente irritante...
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