Não são de viagem, de fato, esses diários que publicarei aqui - talvez algum dia venham a se tornar, mas por enquanto não são. São apenas diários. Diários de uma vida monótona e, a bem da verdade, até de uma certa reclusão. Ao primeiro, então.
Hoje é dia 22 de julho de 2009. Uma quarta-feira. São quatro horas da tarde. Como de costume, acordei ao meio-dia, pra almoçar. Ouvi mais uma vez o disco que provavelmente eu mais ouvi nessa vida: Automatic for the People, R.E.M., e em seguida me dirigi para esta máquina caduca, a fim de me utilizar de sua internet lenta. Cá estou desde então. O dia ainda é curto, até o momento. Voltemos, pois, ao dia de ontem - que, conquanto eu o tenha vivido em todas as suas vinte e quatro horas, também não foi lá muito longo.
Bem, mais uma vez não saí de casa. Assisti a um filme um tanto quanto fraco - pra não dizer ruim - chamado "Expresso Transiberiano". Mais o quê? Vejamos... é, não fiz mais nada.
Mañana!
Se não fazes nada, escreva!
ResponderExcluirDo meu tempo ocioso é que surgem os posts do meu próprio blog...
E assim vai... A gente se dedicando a escrever - arruma o que fazer e dá a outras pessoas também o que fazer: ler nossos devaneios.
É isso. ;)~
e eu que achava que você não tinha tempo ocioso! heh. mas é isso aí, escrevamos!
ResponderExcluirvaleu, Ju!